Maurício de Souza:
O famoso desenhista Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica, o "Walt Disney brasileiro", avistou Objetos Voadores Não Identificados em duas ocasiões, entre 1998 e 1999. Numa das ocasiões, Maurício viajava em seu veículo por uma rodovia, enquanto que no segundo avistamento ele estava às margens de um lago, acompanhado de parentes. As experiências foram consideradas "inesquecíveis" pelo criador da "Turma da Mônica".
O primeiro avistamento aconteceu por volta das quatro horas da madrugada de 23/08/1998, quando o desenhista voltava em seu carro do Rio de Janeiro, em direção a São Paulo, pela antiga rodovia beira-mar. Quando estava nas proximidades das cidades de Poá e Ferraz de Vasconcelos, Maurício de Souza viu o que parecia ser apenas mais uma estrela no céu limpo e sem nuvens. "O ponto de luz começou a mover-se lentamente, mas depois de um tempo sua velocidade e seu brilho aumentaram bastante", contou o cartunista.
Ele descreveu o OVNI como tendo uma intensa cor laranja e voando a grande altitude. O objeto liberava um rastro azulado. Outras pessoas também viram o mesmo fenômeno naquela ocasião. Meses depois, em 24/01/1999, Maurício de Souza testemunhou as manobras de outro OVNI. Desta vez, foi na cidade paulista de Caçapava, quando estava à beira de um lago, acompanhado de parentes. Era algo oval e gigantesco, "do tamanho de um campo de futebol". O OVNI era verde-claro, brilhante e em sua volta haviam duas estreitas faixas coloridas, como "uma coroa fina de fogo circundando o aparelho". Nenhuma das pessoas já tinham presenciado algo parecido com aquele "espetáculo", como classificou o desenhista.
Fonte: Ufomania
25/09/2008
Personalidades que viram UFOs - IV
18/09/2008
Personalidades que viram UFOs - III
Amaury Junior:
Um de seus hobbies é ficar olhando o céu com dois telescópios de última geração. "Vejo Ovnis a toda hora. É algo absolutamente comum e sei muito bem distingui-los de um balão, de um avião ou de um astro celeste", garante o jornalista, que tem uma coleção de cerca de 140 documentários importados sobre o fenômeno. Amaury manteve por muitos anos um quadro em seu programa no qual gravava testemunhos de Ovnis, e pretende relançar a idéia em seu novo programa dominical. "As pessoas têm medo de fazer esse tipo de revelação porque caem no terreno da galhofa", afirma.
Carmen Balhestero, que preside a Fraternidade Paz Universal e tem visões com ETs desde criança, quando passou a ser orientada por mestres espirituais vindos de outras dimensões. Explicando melhor: segundo os esotéricos, a Terra é um planeta da terceira dimensão, enquanto os extraterrestres vêm da sétima dimensão. Não têm corpo físico, como nós, mas apenas "corpo sutil". "A primeira vez que vi uma nave foi em 1969. Eram três, no céu. Essas naves se materializam e desmaterializam quando querem", conta Carmen. Em sua sede no bairro paulistano de Santana, ela atende fiéis de todas as religiões - e até Rita Lee e Roberto de Carvalho já freqüentaram suas palestras.
Carmen e seus seguidores crêem que os extraterrestres mais evoluídos, ou seres de luz - todos loiros, de olhos azuis, provenientes das estrelas Plêiades - são liderados pelo comandante Ashtar, uma emanação do Arcanjo Miguel. Os seres menos evoluídos, que são do mal, são chamados de greys (cinzentos), e se parecem com ETs de desenho animado tanto na aparência - possuem cabeçona e olhões - quanto no comportamento: são eles que raptam (ou "abduzem") os seres humanos. "Pessoas não evoluídas têm encontros com seres densos, como os greys", conta a médica e terapeuta Marta Vianna. "E as pessoas sutis encontram seres sutis."
Fonte: Ufomania
12/09/2008
Personalidades que viram UFOs - II
Sérgio Reis:
"Estava pescando com duas pessoas no litoral paulista quando vi uma bola de luz branca e amarelada riscando o céu numa velocidade absurda, muito maior do que a de um Boeing. Ficou cruzando de um lado para outro a linha do horizonte durante horas, até que subiu em segundos. A velocidade era umas 100 vezes maior do que a de uma estrela cadente", Conta o cantor.
Chico Buarque e Maria Bethânia:
"Ainda guardo na memória a observação de dois UFOs fazendo piruetas no imenso céu de Copacabana, numa longínqua noite de junho dos anos 70", declara o cantor de 56 anos, que atualmente evita o assunto.
A cantora Maria Bethânia confirma:
"Quando eu e ele nos encontramos, sempre aparece disco voador", conta, com a maior naturalidade, à jornalista Regina Zappa, no livro Chico Buarque para todos.
Zé Ramalho adora falar sobre ETs e define-se como um estudioso do tema. Seu interesse começou nos anos 70, quando ele diz ter tido contato, ainda que de leve, com um Ovni. "Estava em uma fazenda em Pernambuco, em plena luz do dia, com dois amigos. De repente, atrás das nuvens, nós vimos uma sombra grande e escura, como se fosse uma nave-mãe. A forma e o tamanho não deixavam dúvida", relata o artista,
"Atualmente, temos aparições periódicas em todo o mundo. No Brasil, houve o caso de Varginha, que me fascinou principalmente por causa dos envolvidos: o Exército e até o legista Badan Palhares, que fez a autópsia da criatura", diz o artista, lembrando o caso ocorrido no interior de Minas Gerais. "Tudo leva a crer que, em futuro próximo, acontecerá um contato formalizado e público, com transmissão via TV, via Internet. Será a redenção da ufologia em todo o mundo", profetiza o cantor. "Mas é um assunto que temos de abordar de forma cautelosa, para não cair no ridículo."
Fonte: Ufomania
04/09/2008
Personalidades que viram UFOs
Cada vez mais pessoas vêem ou conhecem alguém que viu Objetos Voadores (OVNIs), em todo o mundo. Seja nos campos ou em grandes centros urbanos, à noite ou durante o dia, os relatos chegam em grande quantidade aos estudiosos.
O Brasil, país de dimensões continentais, é um dos campeões em ocorrências envolvendo os chamados discos voadores. Torna-se mais difícil aos descrentes ridicularizar os que crêem na presença extraterrestre entre nós.
O Grupo Ufo-Gênesis lista algumas personalidades brasileiras que alegam ter visto supostos discos voadores:
Cantor Fábio Júnior narra seu avistamento:
O cantor narrou os seus dois avistamentos ufológicos, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, na época em que era casado com a Glorinha. Ele pegou o seu carro e saiu feito um louco atrás do disco voador, a 180 Km/h.
O Fábio Jr. disse que também já viu um disco voador em São Paulo. Falou com naturalidade sobre o assunto, do qual é profundo conhecedor. Falou até em abdução.
O irmão dele, Heraldo, também gosta muito de OVNIs. Fábio Jr. e seus dois irmãos, na adolescência, tiveram várias experiências estranhas, envolvendo discos voadores..."
Tarcísio Meira, Glória Menezes e Boni:
"Eu estava na casa do Boni (ex-superintendente da Rede Globo) em Angra dos Reis com minha esposa Glória (Menezes), o Boni e uns amigos, num total de mais ou menos umas 8 pessoas. De repente, vimos algo no céu.
Eram quatro objetos em formação assimétrica. Tinha um, na frente, que parecia uma bola e era o mais luminoso. Fiquei espantado, mas gostei muito, achei bonito. Eles ficaram parados por um minuto, mais ou menos, e depois sumiram"
Me deixou estarrecido e me senti, pela primeira vez, um homem primitivo e ignorante". Relata Tarcísio Meira, ator de novelas da Rede Globo.
Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso e Celso Furtado:
FHC e outros presentes viram um OVNI em 1979, em Fortaleza (CE). Quem conta é o economista Celso Furtado, 81 anos, também presente ao episódio:
"Eu, Fernando Henrique, dona Ruth Cardoso e o embaixador Luciano Martins de Almeida vimos uma coisa estranha voando sobre o mar. Até hoje não consigo explicar o que era", conta. "Mas não acho, em hipótese nenhuma, que seja algo extraterrestre."
Fonte: Ufomania
29/08/2008
Pinturas antigas retratam a presença alienígena na Terra
Artistas do mundo inteiro retratam em suas pinturas o que podemos chamar de uma mistura entre imaginação e realidade. Muitos quadros, especialmente os de séculos passados, ilustram bem este tipo de trabalho. Os pintores deixam implícito algo que, segundo eles, realmente aconteceu e que envolve o mundo ufológico. Por exemplo, no ano de 352, século IV, durante a noite de 04 de agosto, o pontífice sonhou com um anjo que lhe trouxe uma mensagem. Ele o ordenou erguer, em Roma, uma nova igreja dedicada à Virgem. Durante aquela noite nevou. Respeitando o pedido do suposto anjo, foi construindo a Basílica de Santa Maria Maggiorenum no terreno onde justamente havia ficado todo branco pela neve. Mas, neve em agosto? Seria um milagre ou um evento ufológico? A versão oficial do episódio foi uma espécie de fenômeno prodigioso, porém natural: a neve na realidade não seria neve, mas a baba produzida pelas aranhas migradoras, um evento raro que, nos tempos do Papa Libório, era interpretada como um "signum dei".
Nos últimos anos, no entanto, outras hipóteses foram levantadas e que associam esta nevada fora de estação como um possível evento ufológico. Segundo alguns ufólogos, a pintura de Masolino da Pinicale, de 1492, hoje conservado pelo Museu de Capodimonte, em Napoli, demonstraria uma imagem que é facilmente interpretado como a presença de UFOs. O quadro representa o Papa no local onde nevou e no qual surgiria a igreja, enquanto do céu continuava caindo flocos brancos. A fonte dessa insólita neve de agosto é uma nuvem cinza, como um charuto gigante. Abaixo, algumas estranhas nuvens uma ao lado da outra, com forma vagamente circular, ou discóide, com cúpula e também iluminadas. Alguns ufólogos não têm dúvidas: parecem realmente que são discos voadores. Será que Masolino retratou uma imagem que representa exatamente o que os seus próprios olhos viram e que, para ele, era totalmente inexplicável? Será que tem relação realmente com o Fenômeno UFO.
Repare no detalhe o UFO atrás de Cristo
Nos últimos anos, no entanto, outras hipóteses foram levantadas e que associam esta nevada fora de estação como um possível evento ufológico. Segundo alguns ufólogos, a pintura de Masolino da Pinicale, de 1492, hoje conservado pelo Museu de Capodimonte, em Napoli, demonstraria uma imagem que é facilmente interpretado como a presença de UFOs. O quadro representa o Papa no local onde nevou e no qual surgiria a igreja, enquanto do céu continuava caindo flocos brancos. A fonte dessa insólita neve de agosto é uma nuvem cinza, como um charuto gigante. Abaixo, algumas estranhas nuvens uma ao lado da outra, com forma vagamente circular, ou discóide, com cúpula e também iluminadas. Alguns ufólogos não têm dúvidas: parecem realmente que são discos voadores. Será que Masolino retratou uma imagem que representa exatamente o que os seus próprios olhos viram e que, para ele, era totalmente inexplicável? Será que tem relação realmente com o Fenômeno UFO.
Repare no detalhe o UFO atrás de Cristo
Esta é uma pintura anônima que especialistas no assunto acreditam-se ser de 1422. Ela está exposta na cidade de São Bernardino, na Itália. Repare no que parece ser um disco voador na imagem de Cristo carregando a cruz.
Repare no detalhe o UFO em tom mais avermelhadoA pintura de Paolo Uccello foi feita e exposta na galeria da Academia de Florença. No quadro, destacado pela colina, está presente um objeto discóide suspenso no ar. De coloração avermelhada, o UFO ressalta sobre o fundo escuro. O movimento dinâmico do objeto voador foi retratado pelo artista dando a impressão de uma virada repentina.
Fonte: Portal UFO
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24/08/2008
As mensagens por trás dos círculos
Algumas incríveis surpresas apareceram no meio dos agroglífos da “safra” de 2008, além de sua costumeira beleza. Entre elas está uma intrincada formação circular próxima de Barbury Castle, descoberta em 01 de junho, e uma figura peculiar, em formato de um número oito, surgida justamente no dia 08 de agosto, em Alton Barnes, ambas na região de Wiltshire, 90 km a sudoeste de Londres. A primeira tem de extraordinário o fato de ser uma representação do número Pi, o valor da razão entre a circunferência de qualquer círculo e seu diâmetro. O número, muito conhecido dos físicos e amplamente aplicado à engenharia, é a mais antiga constante matemática que se conhece. A segunda imagem assombra por seu formato: seria coincidência que as inteligências por trás deste fenômeno produzissem uma figura perfeita do número oito justamente no dia oito do mês oito do ano de dois mil e oito? Certamente, não. Este agroglífo, assim como o de Barbury Castle e tantos outros desta estação, é clara demonstração de que o mistério se intensifica e provoca ainda mais assombro.
A figura que lembra o número Pi foi encontrada em uma colheita de cevada em Barbury Castle, e a princípio era muito semelhante aos desenhos que sempre surgem no verão inglês. O agroglífo tem 95 m de diâmetro e foi inicialmente fotografado pela circóloga Lucy Pringle, que imaginou que se tratasse de uma referência a notas musicais, dispostas geometricamente. O estudioso Jeff Nills, por sua vez, achou que se tratasse de uma linha em espiral interrompida por sulcos inexplicáveis, também convergindo para o centro da imagem, representando alguns astros do Sistema Solar. Mas, para Mike Reed, astrônomo e adepto do estudo dos círculos ingleses desde 1996, a aparência insuspeita da imagem revelava algo mais do que espirais e notas musicais. Reed notou que, completando a figura e traçando raios nos sulcos do círculo, se obtinha uma figura geométrica que fornecia, através de relações entre seus ângulos e dimensões, o valor 3,141592654, que é justamente o conjunto dos primeiros algarismos do número Pi. Para um cientista habilitado em matemática, foi fácil notar que havia uma mensagem muito mais complexa do que se imaginava, e o que o desenho escondia em sua beleza.
Barbury Castle, 01 de junhoA figura encontrada em 08 de agosto, em Alton Barnes, também tem uma explicação matemática. Inicialmente, acreditou-se que seria uma representação das fases lunares, iniciando-se na data de sua descoberta e encerrando-se no dia 16 do mesmo mês, quando houve um eclipse lunar. A figura mostra, no formato do número oito, esferas representando a Lua cheia e a nova, tal como se pensou de um agroglífo descoberto na Coréia do Sul, em 12 de junho deste ano, que ainda agrega a posição de outros corpos do Sistema Solar. Novos estudos indicam que a imagem é também igualmente mais complexa e pode ser uma mensagem de algo grande que se aproxima do Sistema Solar – e cogita-se numa interpretação do agroglífo à luz do Calendário Maia.
Seja como for,uma coisa as imagens têm em comum: a capacidade de nos surpreender. Passada a fase do ceticismo, quando a maioria das imagens podia ser atribuída a falsificadores – e de fato eles estavam por trás de muitas delas –, resta agora um fenômeno indiscutível, absolutamente fascinante, que representa uma forma avançada de comunicação entre outras espécies cósmicas e a raça humana. Embora não se saiba por que os desenhos em plantações de cereais ingleses – e também de outros países – foi a maneira encontrada por tais inteligências para chamar nossa atenção, uma coisa é certa: elas conseguiram o que queriam. É simplesmente inacreditável que algo como os círculos ingleses continuem a ocorrer desta forma, há mais de 25 anos, a cada novo verão europeu, e a humanidade ainda não tenha acordado para o seu significado.
Fonte: Portal UFO
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22/08/2008
Ufólogos analisam aparições de naves gigantes que sobrevoaram a Ásia e as Américas
Uma das mais espetaculares e amplamente testemunhadas aparições de UFOs ocorreu na tarde de sábado, 14 de junho de 1980. Em sua primeira fase foi largamente vista na Rússia central. O ufológo soviético Feliks Zigel foi subseqüentemente capaz de preparar um relatório baseado em entrevistas detalhadas com 40 testemunhas oculares. Em sua segunda fase o objeto voador não identificado apareceu uma hora depois sobre a América do Sul (aproximadamente às 19h00, horário da Argentina), onde ele foi visto em cinco países e fotografado no céu ocidental perto da Lua. Este evento foi grandemente divulgado nos Estados Unidos e ocupou duas páginas da revista International UFO Repórter alguns meses depois.
Uma terceira fase não-confirmada ocorreu perto de Morocco. Existem várias testemunhas oculares altamente qualificadas para este evento. Elas incluem pilotos de aviões, fotógrafos, oficiais militares reformados e ufólogos experientes. Fotografias mostram o UFO junto com objetos mensuráveis de calibração como a Lua ou características identificáveis no horizonte. Efeitos fisiológicos e avistamentos de ocupantes de pequenas "naves de escolta" estão registrados em Moscou. Gordon Creighton, um consultor sênior do respeitado Flying Saucer Review, chamou o caso de "certamente um dos mais fascinantes já produzidos em qualquer lugar no mundo". Joseph Allen Hynek do Center for UFO Studies (CUFOS) definiu a fase argentina "uma das mais fantásticas em anos". E o investigador-chefe CUFOS Allan Hendry escreveu que "a natureza exata deste caso permanece um mistério".
Os relatos soviéticos, que apareceram em várias publicações ocidentais graças aos esforços do free-lance de Los Angeles Henry Gris, falam de um objeto "enorme”, com 120 m de largura, laranja avermelhado "em forma de ferradura ou meia-lua", visto seqüencialmente em Kalinin, Moscou, Ryazan, Gorkiy e Kazan. De acordo com o ufólogo Aleksey Zolotov, ele mesmo uma testemunha, muitos aviões da força aérea soviética foram mandados para interceptar o UFO. Em Moscou Feliks Zigel observou pânico nas ruas enquanto mulheres idosas pranteavam sobre o Dia do Julgamento e homens direcionavam as pessoas para abrigos antiaéreos em face de um aparente ataque nuclear americano.
Em Gorkiy, vacas mugiam e patos se agitavam freneticamente nas margens do Volga. Outro pesquisador, soviético destacado, Sergey Bozhich, que viu o objeto voador não identificado de seu apartamento no subúrbio moscovita de Toshino, lembrou-se de que "foi um avistamento verdadeiramente aterrorizante, eu imediatamente percebi que o crescente avermelhado tinha que ser uma espaçonave extraterrestre, porque eu já tenho estudado UFOs por muitos anos e já vi alguns similares a este".
A pesquisa de Zigel revelou dois encontros imediatos do terceiro grau. Um veio do tenente-coronel Oleg Karyakin que disse ter visto o disco voador sobrevoar a rua na frente de sua casa naquela noite; um vizinho, posteriormente, descreveu "uma figura humana, bem pequena e vestida em um traje espacial, dentro da cúpula transparente do disco". No segundo, o diretor de televisão Aleksandr Koreshkov foi acordado por um "objeto" barulhento na rua. Perto dele ele viu "um homem muito pequeno". Sua esposa também acordou e encontrou grandes marcas de queimadura vermelhas em seus braços, mas desapareceram pela manhã. Gordon Creighton escreveria que esses relatos indicavam "de forma convincente que algumas naves pequenas do UFO gigante realmente pousaram nas ruas da capital russa".
Os relatos sul-americanos, embora menos sensacionais, foram ainda mais amplos. "Tantas cidades em uma área englobando cinco países - incluindo a Argentina, Uruguai, Brasil, Chile e Paraguai - reportaram ter visto o mesmo tipo de disco voador e que o tratamento inicial da imprensa falava em uma 'frota de UFOs", notou o relatório de Hendry para o CUFOS. "Em retrospecto um único fenômeno em grande altitude parece estar por trás de tudo".
Os pilotos e o pessoal da torre de controle no aeroporto Newbery, em Buenos Aires, relataram o objeto flutuando a um quilômetro do aeroporto. No aeroporto de Ezezia, os controladores disseram que eles podiam ver o UFO como um ponto na tela do radar. Em Cordoba, o objeto pareceu decolar da pista do aeroporto e disparar a 25.000 pés. Uma "massa voadora circular" perseguiu uma família dirigindo para casa de uma visita a Córdoba. Eles levaram o carro para o acostamento e pararam. O objeto desceu em direção deles com movimentos verticais e circulares deixando uma trilha brilhante de fumaça esbranquiçada - e então desapareceu na frente de seus olhos. Descrições visuais foram geralmente consistentes. "Parecia como a lua cheia, mas mais fraco", afirmou um piloto, "e era rodeado por uma espécie de auréola".
No campo Newbery, um controlador chamou o UFO de "um tipo de esfera que era tênue no meio e mais brilhante nas extremidades". Duas fotografias, publicadas no tablóide Star, em 19 de agosto de 1980, mostram uma tênue nuvem em forma de "rosquinha". O douto Willy Smith, um pesquisador do CUFOS, especializado em relatos sul-americanos, concluiu que a nuvem-UFO estava a uma altitude de 200 a 300 km com uma velocidade de um a dois km/s. Essas descrições de "auréola-esfumaçada" levaram Hendry a suspeitar de um experimento de liberação de nuvem de bário a grandes altitudes, como os freqüentemente conduzidos pela NASA para investigar condições ionosféricas e regularmente relatados como UFOs. Mas não havia tais sondas ionosféricas registradas para este caso. Além disso, Hendry escreveu, "O que torna isto incomum são as alegações de movimento rápido pelo céu - especialmente rápido dada a grande altitude".
Embora os relatos sul-americanos tenham sido publicados na época em que ocorreram, não foi antes de maio de 1981 que Henry Gris obteve informação da fase russa do caso. Sua história, baseada em uma viagem pessoal à USSR e encontros com ufólogos, apareceram no National Enquirer, em 07 de julho de 1981, e de forma expandida na revista italiana Gente algumas semanas depois. Embora Gris soubesse da fase sul-americana - de fato, ele foi o primeiro pesquisador conhecido a conectar as duas fases - ele não mencionou isto em seus artigos na época ou depois. Intrigado pela natureza global do caso, Gris enviou uma carta a duas dezenas de especialistas em 30 de setembro de 1981. "Notem que as duas regiões estão conectadas por um grande círculo que está inclinado ao equador a aproximadamente 65 graus", eu escrevi, "Se a nuvem estava associada a um objeto em órbita terrestre, ela deveria ter levado em torno de uma hora para atravessar a distância da Rússia à Argentina - e estranhamente este é o diferencial de tempo ... Eu ressalto que 63 graus é a inclinação orbital associada quase exclusivamente com espaçonaves militares soviéticas".
As aparições em ambos os países podem ter sido iluminadas pelo Sol, não necessariamente com luz própria, porque a grandes altitudes as nuvens ainda estavam iluminadas pelo Sol. Foi pouco tempo depois do pôr-do-sol, na Argentina e foi durante a época do "sol da meia-noite" no norte da Rússia, quando o Sol está um pouco abaixo o horizonte norte através da noite. Uma interessante resposta veio do doutor David R. Squires da Smithsonian Institution's Scientific Event Alert Network (o sucessor do Center for Short-Lived Phenomena). Ele escreveu: "Eu observei um fenômeno similar anos atrás quando estava trabalhando na estação Smithsoniana de rastreamento de satélite em Woomera, Austrália [em 1967-69]. Esta nuvem particular estava associada a um satélite americano que havia acabado de ser lançado em órbita terrestre do Cabo Kennedy. Nós havíamos preparado uma câmera Baker-Nunn para fotografar o satélite quando ele não apenas apareceu como esta impressionante nuvem, como acompanhou a carga como se ela estivesse acoplada bem atrás dela. Outros na estação lembram ter visto uma relação similar satélite-nuvem dois anos antes dessa, e foi ainda mais impressionante porque o próprio satélite era visível a olho nu. De seu ponto de observação a nuvem parecia envolver o satélite enquanto ele viajava pelo céu".
Outra contribuição veio de James Cornell, relações públicas do Centro para Astrofísica, no Cambridge, Mass. Seu circular Centerline tinha publicado uma série memorável de fotografias da queima de "injeção translunar" da Apollo-8 quando ele deixou sua órbita estacionária e dirigiu-se para a primeira viagem da humanidade à lua, em dezembro de 1968. As fotos, tiradas por uma estação de observação no Havaí, pouco antes do amanhecer no horário local, mostrou uma memorável seqüência de formas e nuvens à medida que o foguete foi ativado e então desativado.
Outra série de fotografias mostrou os terceiros estágios Saturno bem longe no espaço, expelindo grandes nuvens de propelente excedente em 1969. A estimativa de Willy Smith, baseada apenas na análise detalhada de relatos de testemunhas oculares, errou por um fator de quatro vezes menos - mas isto não é ruim e foi o trabalho mais acurado feito até aquele ponto. Já que há uma relação linear entre alcance e velocidade absoluta, multiplicando a velocidade estimada de Smith por um fator de quatro nós dá uma escala de quatro a oito quilômetros por segundo. A velocidade real do satélite era um pouco mais de sete quilômetros por segundo - exatamente dentro da escala ajustada que Smith havia calculado.
Fonte: Portal UFO
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